segunda-feira, 11 de junho de 2007

PREGADORES DESPREPARADOS


Estamos vivendo as cenas finais destes perigosos tempos. O Senhor previu a incredulidade que agora prevalece em relação a Sua volta, e repetidamente Ele nos têm dado advertências em Sua Palavra de que este acontecimento será inesperado. O grande dia virá como um laço "sobre todos os que habitam na face de toda a Terra".(Luc. 21:35). E Lucas profere estas animadoras palavras: "Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão." I Tess. 5:4

PREGADORES DESPREPARADOS ...... CONTADORES DE FÁBULAS

“Lembrar-se-ão os nossos irmãos de que vivemos em meio aos perigos dos últimos dias?. É importante ler Apocalipse comparando com Daniel. Ensinai essas coisas. Sejam os discursos curtos, espirituais e elevados. Há longos e arrastados discursos grandemente compostos de narrativas, de anedotas; mas o coração dos ouvintes não é tocado. Pode ser que os sentimentos de alguns sejam tocados, podem derramar algumas lágrimas, mas seu coração não foi tocado. Que esteja o pregador cheio da Palavra do Senhor. Cada homem que vai ao púlpito, tem anjos do Céu em seu auditório. Há palestra comum e barata; atitudes grotescas, contorções das feições. Alguns são fluentes, outros de enunciação pesada, indistinta. Todo aquele que ministra diante do povo, deve sentir ser seu solene dever controlar-se. Primeiro deve entregar-se completamente ao Senhor numa inteira renúncia própria, determinando não ter nada de si mesmo, mas tudo de Jesus.”

“Quando o orador, de maneira descuidada se intromete em qualquer parte, tomado pela fantasia, quando fala de política ao povo, está misturando fogo comum com o fogo sagrado, ele desonra a Deus. Não tem verdadeira evidência de Deus de que esteja falando a verdade. Comete para com seus ouvintes um grave mal. Pode plantar sementes que poderão lançar bem fundo suas fibrosas raízes, e elas brotam dando um fruto venenoso. Como ousam os homens fazer isso? Como ousam adiantar idéias quando não sabem com certeza de onde vieram, ou se são a verdade ?”

“Tem havido uns e outros que, estudando a Bíblia, julgaram descobrir grande luz, e teorias novas, mas não têm sido corretas. As Escrituras são todas verdades, mas por aplicarem-nas mal, homens chegam a erradas conclusões.”

A Bíblia é bem clara . Deus disse foi assim, cabe você aceitar ou não. A origem de Jesus foi assim foi assim... Mateus 1:18 (Bíblia de Jerusalém ) Você aceita ou não? Deus não vai lhe perguntar porque. Deus disse a Moisés: “...vai ao povo e diz quem eu sou, e nada mais! Eu sou o que sou!” Êxodo 3:14. Deus não vai lhe dar explicações, foi assim. “Eu sou o que sou” Êxodo 3:14. vai e diz ao povo eu sou me enviou...
Temos que aceitar as profecias Bíblicas como a mais pura verdade vinda de Deus, e Deus é amor, pode examinar a Bíblia de Gênesis a Apocalipse, tudo foi escrito para orientar-nos nesta caminhada para a Canaã celestial.

FONTE DE PESQUISA
Conselhos Sobre Educação pág.115
Testemunhos Para ministros pág. 339
Testemunho para Ministros e Obreiros evangelistas, Pág. 337 á 339
Mensagens escolhidas pág 102

sexta-feira, 8 de junho de 2007

PARA OS ANIVERSARIANTES


1. Corintios 13 : 11
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

1. Coríntios 14 : 20
Não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento.

Provérbios 20.29
A glória do jovem é a sua força; e a beleza dos velhos são as cãs

Eclesiastes 11.9
Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo

Salmo 71 : 17
Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as tuas maravilhas.

Eclesiastes 12 : 1
Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;

Salmo 90 : 10
Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando.

Marcos 10.15
Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele.

Prov. 22:6.
Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele.

Sal. 16:8
"Tenho posto o Senhor continuamente diante de mim; por isso que Ele está à minha mão direita, nunca vacilarei."

Prov. 4:23
Do coração "procedem as saídas da vida"

"Sem Mim nada podereis fazer." João 15:5. Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora que temos felicidade.

Saúde, verdade e felicidade não podem ser adquiridas sem um conhecimento inteligente, completa obediência à lei de Deus e perfeita fé em Jesus Cristo

A religião de Jesus proporciona abundância de paz. Não extingue o brilho da alegria; não restringe a felicidade, nem tolda a fisionomia radiante e sorridente.

A felicidade que se busca por motivos egoístas, fora do caminho do dever, é volúvel caprichosa e transitória; dissipa-se, deixando n'alma uma sensação de isolamento e pesar;

Sua felicidade, tanto nesta vida como na futura, depende de que fixem a mente em coisas animadoras. E qual é a felicidade do Céu, senão ver a Deus? Que maior alegria poderia sobrevir ao pecador salvo pela graça de Cristo do que contemplar o rosto de Deus,

O Criador escolheu para nossos primeiros pais o ambiente que mais convinha a sua saúde e felicidade. Não os colocou num palácio, nem os rodeou dos adornos e luxos artificiais que tantos lutam hoje em dia por obter. Pô-los em íntimo contato com a natureza

Nosso Pai celeste é a fonte de vida, de sabedoria e de felicidade. Contemplai as belas e maravilhosas obras da natureza

Devemos prover-se do mais saudável vestuário, é preciso estudar cuidadosamente as necessidades de cada parte do corpo. O clima, o ambiente, as condições da saúde, a idade e as ocupações, tudo deve ser considerado.

Uma residência dispendiosa, mobília trabalhada, ostentação, luxo e conforto não proporcionam as condições essenciais a uma vida útil e feliz.

Multidões buscam em vão a felicidade nas diversões mundanas. Anseiam por alguma coisa que não têm. Gastam o dinheiro naquilo, que não é pão, e o produto do seu trabalho naquilo que não pode satisfazer Cristo, a fonte da vida, é a fonte de paz e felicidade.

Fontes de Pesquisas...
Caminho a Cristo pág. 69
Desejado de Todas Nações pág 92
Caminho a Cristo pág. 121
Ciência do Bom Viver pág 261
Caminho a Cristo Pág. 9
Ciência do Bom viver Pág.365
Evangelismo Pág. 266

quarta-feira, 6 de junho de 2007

ANGUSTIA DE JACÓ


Gênesis, 32:6.7.8 .23.24.25.29.
Jacó, em sua angústia, não desesperou. Havia-se arrependido e se esforçara por expiar a falta cometida para com seu irmão. E ao ser pela ira de Esaú ameaçado de morte, procurou o auxílio de Deus. "Lutou com o anjo e prevaleceu; chorou e lhe suplicou." Osé. 12:4. "E abençoou-o ali." Na força de Seu poder o que fora perdoado levantou-se, não mais como o suplantador, mas como príncipe diante de Deus. Não ganhara simplesmente o livramento de seu irmão ofendido, mas o seu. Quebrara-se o poder do mal em sua própria natureza; havia-se-lhe transformado o caráter.

Na grande crise de sua vida, Jacó retirou-se para orar. Estava cheio de um dominante propósito - buscar a transformação de caráter. Mas, enquanto pleiteava com Deus, um inimigo, segundo supunha, colocou-lhe a mão em cima, e durante a noite toda ele lutou em defesa da própria vida. O propósito de sua alma, no entanto, não se alterou mesmo pelo perigo da vida

Toda a noite lutou Jacó com o Anjo. Finalmente, o vigoroso lutador foi enfraquecido por um toque em sua coxa. Estava agora inválido e sofrendo a dor mais aguda, mas não afrouxaria seus esforços. Penitente e dominado, apegou-se ao Anjo, suplicando uma bênção. Precisava ter a certeza de que seu pecado fora perdoado. Sua determinação ficou mais forte, sua fé mais sincera e perseverante, até o fim. O Anjo tentou desvencilhar-Se; insistiu: "Deixa-me ir, porque já rompeu o dia", mas Jacó respondeu: "Não Te deixarei ir se me não abençoares." Gên. 32:26.

Ao crepúsculo houve luz. Jacó, revendo a história de sua vida, reconheceu o poder mantenedor de Deus - aquele "Deus que me sustentou, desde que eu nasci até este dia, o Anjo que me livrou de todo o mal". Gên. 48:15 e 16.
Quem dentre nós esvaziou-se do orgulho e da presunção? Quem dentre nós é realmente tão fervoroso como Jacó, o qual lutou com o anjo com toda a energia de seu ser? Jacó aplicou toda a sua força, supondo que estava lutando com um adversário desenfreado, mas o Senhor pôs sobre ele o dedo com um toque divino, e a luta cessou. Jacó percebeu que esse indivíduo era o Senhor. Então, todo alquebrado, ele caiu sobre o pescoço do Anjo, e deteve-O, implorando: Abençoa-me a mim mesmo. E o Anjo disse: Deixa-me ir, pois já rompeu o dia.

Satanás tinha acusado Jacó perante os anjos de Deus, pretendendo o direito de destruí-lo por causa de seu pecado; havia incitado Esaú para marchar contra ele; e, durante a longa noite de luta do patriarca, Satanás esforçou-se por incutir nele uma intuição de culpa, a fim de o desanimar e romper sua ligação com Deus. Jacó foi quase arrastado ao desespero; mas sabia que sem o auxílio do Céu teria de perecer. Tinha-se arrependido sinceramente de seu grande pecado, e apelou para a misericórdia de Deus. Não se demoveria de seu propósito, antes segurou firme o Anjo, insistindo em seu pedido com ardentes e angustiosos brados, até prevalecer. embora a mais profunda ansiedade, terror e angústia, não cessam as suas intercessões. Apoderam-se da força de Deus como Jacó se apoderara do Anjo; e a linguagem de sua alma é: "Não Te deixarei ir, se me não abençoares”


Esaú estava marchando contra Jacó com um exército, com o propósito de assassinar seu irmão. Mas, enquanto Jacó estava lutando com o anjo nessa noite, outro anjo foi enviado para mudar o coração de Esaú enquanto ele dormia. Em sonho ele viu Jacó exilado da casa de seu pai por vinte anos, porque temia por sua vida. Notou-lhe o sofrimento por achar a mãe morta. Viu em sonho a humildade de Jacó e anjos de Deus ao redor dele. Sonhou que quando se encontraram não tinha em mente fazer-lhe mal. Quando despertou Esaú, relatou o sonho aos seus quatrocentos homens e ordenou que não fizessem mal a Jacó, pois o Deus de seu pai estava com ele. E quando encontrassem Jacó, nenhum deles deveria fazer-lhe mal.

Jacó e Esaú representam duas classes: Jacó, os justos, e Esaú, os ímpios. A angústia de Jacó, quando compreendeu que Esaú estava marchando contra ele com quatrocentos homens, representa a angústia dos justos ante o decreto que os condena à morte, exatamente antes da vinda do Senhor. Com os ímpios unidos contra eles, serão tomados de angústia, pois como Jacó, não podem ver escape para sua vida. O anjo colocou-se diante de Jacó, e este o segurou e reteve e lutou com ele durante toda a noite. Assim também farão os justos no seu tempo de provação e angústia, lutando em oração com Deus, como Jacó lutou com o anjo. Jacó, em sua aflição, orou toda a noite por livramento das mãos de seu irmão. Os justos, em sua angústia mental, haverão de clamar a Deus dia e noite por livramento das mãos dos ímpios que os rodeiam. Foi Cristo que esteve com Jacó durante a noite, com quem ele porfiou, e a quem ele perseverantemente reteve até que o abençoasse.

O povo de Deus... terão uma intuição profunda de seus malogros; e, ao reverem a vida, soçobrar-lhes-ão as esperanças. Lembrando-se, porém, da grandeza da misericórdia de Deus, e de seu próprio arrependimento sincero, alegarão Suas promessas feitas por meio de Cristo aos pecadores desamparados e arrependidos. Sua fé não faltará por não serem suas orações respondidas imediatamente. Apoderar-se-ão da força de Deus, assim como Jacó lançou mão do Anjo; e a expressão de sua alma será: "Não Te deixarei ir, se me não abençoares.".


FONTES DE PESQUIZA
EDUCAÇÃO pág. 147
FILHOS E FILHAS DE DEUS PÁG. 127
CRISTO TRIUNFANTE PÁG.88
ESTE DIA COM DEUS pág. 296
GRANDE CONFLITO PÁG. 618
HISTÓRIA DA REDENÇÃO PÁG. 95 à 97
Patriarcas e Profetas, pág. 202
EVENTOS FINAIS, 263

domingo, 3 de junho de 2007

JULGAMENTO DE SATANÁS


Mas a hipocrisia de Satanás foi desmascarada pela vida, pelo julgamento e a morte de Cristo. Ele assumiu sobre Si a natureza humana e, mediante Sua vida perfeita, demonstrou a falsidade das alegações daquele que constantemente acusa os que procuram obedecer à lei de Deus. E o sangue de Cristo, derramado na cruz, é o testemunho perpétuo, incontestável de que a lei de Deus é tão imutável quanto Seu próprio caráter. A crucifixão de Cristo foi um homicídio instigado por Satanás e executado por pessoas que se haviam separado de Deus. No dia do juízo, quando a morte de Cristo na cruz for vista em toda a sua realidade, todas as vozes silenciarão. Todos verão que Satanás é um rebelde.
Satanás viu que ele não prevaleceu em nada contra Cristo na sua segunda grande tentação. "Novamente, O transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-Lhe todos os reinos do mundo e a glória deles. E disse-Lhe: Tudo isto Te darei se, prostrado, me adorares." Mat. 4:8 e 9.

Nas duas primeiras grandes tentações Satanás não havia revelado seus verdadeiros propósitos ou seu caráter; ele afirmava ser um mensageiro exaltado das cortes do Céu, mas agora tira seu disfarce. Apresentou a Cristo todos os reinos do mundo na mais atrativa luz, enquanto se dizia ser o príncipe deste mundo.
Essa última tentação era a mais persuasiva das três. Satanás sabia que a vida de Cristo deveria ser de tristezas, dificuldades e conflitos. Ele pensou que poderia aproveitar-se desse fato para subornar Cristo a renunciar à Sua integridade. Satanás usou toda a sua força nessa última tentação, pois este último esforço iria decidir seu destino, quem seria vitorioso. Ele afirmava que o mundo era seu

Esta última tentação foi a mais sedutora das três. Sabia Satanás que a vida de Cristo teria de ser de tristeza, dificuldade e conflito. E julgava ele que se pudesse prevalecer desse fato para subornar a Cristo, levando-O a ceder Sua integridade. Satanás pôs em ação toda a força nesta última tentação, pois este derradeiro esforço devia decidir seu destino, determinando qual deles seria vitorioso. Reclamou o mundo como seu domínio, sendo ele o príncipe das potestades do ar. Levou Jesus ao cume de uma montanha altíssima e então, em visão panorâmica, apresentou diante dEle todos os reinos do mundo, por tanto tempo sob o seu domínio, e ofereceu-Lhe, como grande dádiva. Disse a Cristo que poderia entrar de posse dos reinos do mundo, sem sofrimento ou perigo de Sua parte. Satanás promete ceder seu cetro e domínio, e Cristo será o legítimo soberano, em troca de um favor Seu. Tudo o que requer, em troca de transferir-Lhe os reinos do mundo que nesse dia Lhe apresentou, é que Cristo lhe preste homenagem, como a um superior.
No deserto da tentação, no jardim de Getsêmani e sobre a cruz, nosso Salvador mediu armas com o príncipe das trevas. Suas feridas tornaram-se troféus de Sua vitória em favor da raça humana. Quando Cristo pendia agonizante da cruz, enquanto os espíritos do mal jubilavam, e homens ímpios injuriavam, Seu calcanhar estava então sendo ferido por Satanás. Mas por esse próprio ato estava esmagando a cabeça da serpente. Por meio da morte Ele destruiu "ao que tinha o império da morte, isto é, ao diabo". Heb. 2:14. Este ato decidiu o destino do chefe rebelde, e tornou para sempre firme o plano de salvação.

Satanás procurou dar a entender que estava trabalhando pela liberdade do Universo. Ele estava decidido a elaborar argumentos tão variados, tão enganosos e traiçoeiros, que todos ficariam convencidos de que a lei de Deus era arbitrária. Mesmo pendurado na cruz, e afligido por Satanás com suas mais ferozes tentações, Cristo foi vitorioso. ... Exalando o Seu último suspiro, exclamou: "Está consumado." João 19:30. A batalha havia sido ganha. ... O sangue inocente havia sido derramado pelo culpado. Pela vida que Ele deu, o homem foi resgatado da morte eterna, e selado o destino daquele que tinha o poder da morte.
O sangue inocente havia sido derramado pelo culpado. Pela vida que Ele deu, o homem foi resgatado da morte eterna, e selado o destino daquele que tinha o poder da morte.
O universo celestial havia testemunhado as armas escolhidas pelo Príncipe da Vida - as palavras da Escritura: "Está escrito", e as armas utilizadas pelo príncipe do mundo - mentira e engano. Viram o Príncipe da Vida conduzir-Se dentro dos parâmetros retilíneos da verdade, honestidade, e integridade, enquanto o príncipe deste mundo exercia o seu poder de astúcia, manha, intriga, inimizade, e vingança. Viram Aquele que portava o estandarte da verdade sacrificar tudo, até mesmo Sua vida, a fim de sustentar a verdade, enquanto aquele que portava o estandarte da rebelião continuava a intensificar suas acusações contra o Deus da verdade.

Os mundos não caídos e o próprio Céu estavam assombrados com a longanimidade divina. ... O Senhor demonstrara a Sua sabedoria e justiça em expulsar Satanás do Céu. ... Todos os seres não caídos estão agora unidos em considerar a lei de Deus como imutável... Sua lei tem-se provado perfeita. Seu governo está para sempre seguro.

FONTE DE PESQUZAS
Manuscrito 1, 1902.

Cristo triunfante pág 290
Deserto da tentação Pág. 63
Mensagens Escolhidas vol. 1 pág. 286
Profeta e Reis Pág. 702
Signs of the Times, 27 de agosto de 1902.
Refletindo a Cristo pág. 52

segunda-feira, 28 de maio de 2007

OSÉIAS - UM PROTÓTIPO DO MESSIAS

























Texto: Oséias 11:4

Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor, e fui para eles como os que tiram o jugo de sobre as suas queixadas, e lhes dei mantimento.

INTRODUÇÃO:

- Oséias foi contemporâneo de Isaías (Isaías/judá e Oseías/Israel)

- O problema de Oséias (não casava)


I. O CHAMADO DE OSÉIAS


A- Pr. Oséias, solteiro, 32 anos (os pais preocupados)

B- Deus o chama e diz: "Oséias você, precisa casar!

- Eu escolhi - vá ao prostíbulo! Mas Senhor!? (1:2,3)

C- Dá a notícia ao pais - (Num jantar)

1) Os pais ficaram felizes; tentaram adivinhar - será com a filha do ancião? ou do pastor? aquela moça talentosa?

2) Oséias - não pai: "Com a moça que vende seu corpo todas as noites no prostíbulo!

3) A reação dos pais - não se contentaram, reclamaram, aconselharam, choraram.

II. O MINISTÉRIO DE OSÉIAS E A MISSÃO DO MESSIAS

A- Conheço uma história muito parecida com a de Oséias:

1) Um dia, Jesus foi comissionado a vir a terra.

2) Os anjos não queriam deixa que Ele viesse.

3) Mas Ele não teve vergonha de deixar o céu e vir ao... prostíbulo desse mundo.

B- Um dia Oséias desfilou pelos corredores da igreja com a moça vestida de branco.

1) Todos o chamavam de bobo!

2) Os homens olhavam e diziam: Ela já foi minha, eu já a comprei.

C- O que vale você neste universo, que fez Jesus descer a este mundo para desfilar pelos corredores do universo com você? Satanás dando gargalhadas e dizendo: Já foi meu, e será novamente, é fraco!

D- O primeiro amor - O primeiro amor de Oséias com sua esposa foi muito bom - a lua-de-mel sempre é muito emocionante.

1) Você lembra de sua lua-de-mel com Jesus? Gostava de cantar, pregar, trabalho missionário, chegar cedo na Igreja - 1? amor.

2) No 2? ano tiveram um filho - quantos filhos espirituais deste a Jesus?

3) Mas ela o deixou e foi atrás de outro. Ficou grávida, ele a chutou, ficou na rua, aí Deus diz: "Vai atrás dela! recebe-a de volta!

4) As moças bonitas da Igreja - que homem bobo! não aprendeu! ela vai embora pela 2? vez - que vergonha para a família, a Igreja, os amigos!

E- O caminho da salvação é um caminho de vergonha - Jesus foi quem sofreu a vergonha, cuspido - humilhado - seminu.

1) Isa. 1:3 –(O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende ).

Israel não entende, não conhece

2) Deus não suporta o pecado - não há nada mais repugnante para Ele.

3) Se há algo ofensivo a Deus é o pecado!

4) Mas Ele ama o pecador.

F- Um dia Deus vai destruir o pecado não você, você só será destruído se agarrar com unhas e dentes ao pecado.

João 8.7

E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.

CONCLUSÃO:

A- RECAPITULAÇÃO- Como vimos... Jesus muitas vezes olha para você e diz:

1) Essa maneira de ser não é a minha.

2) Essa maneira de vestir não é a minha.

3) Essa maneira de vir a Igreja não é a minha.

* Mas eu te amo mesmo assim!

B- APELO

As marcas nas mãos. Oséias 14:

Os laços de amor. Oséias 14:4. Eu sararei a sua infidelidade, eu voluntariamente os amarei; porque a minha ira se apartou deles.

Samuel 16.7

Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração.

O QUE DIRÃO OS PROFETAS A RESPEITO DE JESU ?

"Pergunte a Abraão e ele vos dirá: 'É Melquisedeque, o Rei de Salém, o Rei da paz.' Heb. 7:1.

"Jacó vos dirá: 'Ele é Siló da tribo de Judá.' (Gên. 49:10.)

"Isaías vos dirá: 'Emanuel' (Isa. 7:14), 'Maravilhoso Conselheiro, Deus forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.' Isa. 9:6.

"Jeremias vos dirá: 'É o Ramo de Davi', 'o Senhor, Justiça Nossa.' Jer. 23:6.

"Daniel vos dirá: 'Ele é o Messias.' (Dan. 9:25 e 26).

"Oséias vos dirá: 'Ele é o Senhor Deus dos Exércitos, o Senhor é Seu nome.' Osé. 12:15.

"João Batista vos dirá: 'Ele é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.' (João 1:29.)

"Jeová declara de Seu trono: 'Este é o meu Filho amado.' Mat. 3:17.

"E nós, Seus discípulos, declaramos: 'Este é Jesus, o Messias, o Príncipe da Vida, o Redentor.'

"Até o príncipe das trevas reconhece-O dizendo: 'Bem sei quem és: o Santo de Deus.' Mar. 1:24."

sexta-feira, 18 de maio de 2007

O ANJO REBELDE

“Deus o fez [a Lúcifer] bom e formoso, tão semelhante quanto possível a Si próprio

“Deus o havia feito [a Lúcifer] nobre, havendo-lhe outorgado ricos dotes. Concedeu-lhe elevada posição de responsabilidade. Nada lhe pediu que não fosse razoável. Deveria ele administrar o cargo que Deus lhe atribuíra, num espírito de mansidão e devoção, buscando promover a exaltação de Deus, o qual lhe dera glória, beleza e encanto. “ Embora Deus houvesse criado Lúcifer nobre e formoso, e o houvesse colocado em posição de elevada honra entre os anjos, não o deixou fora do alcance da possibilidade do mal. Satanás tinha o poder, se decidisse por este caminho, de perverter seus dons.”

“A Elevada Posição de Lúcifer, no Céu, antes de sua rebelião foi um elevado e exaltado anjo, o primeiro em honra depois do amado Filho de Deus. Seu semblante, como o dos outros anjos, era suave e exprimia felicidade, A testa era alta e larga, demonstrando grande inteligência. Sua forma era perfeita, o porte nobre e majestoso. Uma luz especial resplandecia de seu semblante e brilhava ao seu redor, mais viva do que ao redor dos outros anjos; todavia, Cristo, o amado Filho de Deus, tinha preeminência sobre todo o exército angelical. Ele era um com o Pai, antes que os anjos fossem criados.”

“Lúcifer era o querubim cobridor, o mais exaltado dentre os seres criados. Sua posição era a mais próxima do trono de Deus, e ele se achava intimamente vinculado e identificado com a administração do governo de Deus, havendo sido ricamente dotado com a glória de Sua majestade e poder.“ “O próprio Senhor deu a Satanás sua glória e sabedoria, tornando-o o querubim cobridor, bom, nobre e extraordinariamente formoso.”
“Entre os habitantes do Céu, excluindo-se o próprio Cristo, foi Satanás durante algum tempo o mais honrado de Deus, o mais elevado em poder e glória.” Lúcifer, o "filho da alva", sobrepujando em glória a todos os anjos que rodeavam o trono, ... [estava] ligado pelos mais íntimos laços ao Filho de Deus. “Lúcifer, "filho da alva", era o primeiro dos querubins cobridores, santo e puro. Permanecia na presença do grande Criador, e os incessantes raios de glória que cercavam o eterno Deus, repousavam sobre ele.”
“Lúcifer fora o mais elevado de todos os seres criados, e o primeiro em revelar ao Universo os desígnios divinos “Antes que Surgisse o mal, entre os anjos existia paz e alegria, em perfeita submissão à vontade do Céu. O amor a Deus era supremo, e imparcial o amor de uns pelos outros. Tal era a condição que existira por séculos, antes da entrada do pecado.”
“Lúcifer possuía um conhecimento de inestimável valor acerca das riquezas eternas, o que o homem não possui. Ele experimentara o puro contentamento, a paz, a exaltada felicidade e as inenarráveis alegrias das moradas celestes. Havia sentido, antes da rebelião, o prazer da plena aprovação de Deus. Obtivera completa apreciação da glória que circundava o Pai, e sabia que o Seu poder não conhecia limites.”
“Houve um tempo em que era a alegria [de Satanás] executar as ordens divinas. Seu coração estava cheio de amor e regozijo por poder servir ao Criador.”

“Satanás era um anjo formoso e exaltado, e assim teria permanecido se não houvesse rompido sua aliança com Deus.”
“Houve um tempo em que Satanás se encontrava em harmonia com Deus, quando era sua alegria executar os divinos mandamentos. Seu coração encontrava-se cheio de amor e regozijo em servir ao Criador, até que começou a imaginar que sua sabedoria não derivava de Deus, sendo antes inerente a ele próprio, e que ele era tão digno quanto Deus de receber honra e poder.”
“Embora Deus houvesse criado Lúcifer nobre e belo, e lhe houvesse atribuído grande honra entre os anjos, não o colocara, todavia, fora da possibilidade de fazer o mal. Se Satanás decidisse pelo caminho errado, poderia escolhê-lo e assim perverter seus dons. Pouco a pouco Lúcifer veio a condescender com o desejo de exaltação própria , Se bem que toda a sua glória proviesse de Deus, este poderoso anjo veio a considerá-la como pertencente a si próprio
“O pecado é algo misterioso e inexplicável. Não havia razão para a sua existência; tentar explicá-lo é procurar uma razão para ele, e isto seria justificá-lo. O pecado apareceu num Universo perfeito, algo que se revelou inescusável.”
“Deus possuía conhecimento dos eventos futuros, antes mesmo da criação do mundo. Ele não adaptou Seus propósitos para que estes se amoldassem às circunstâncias, mas permitiu que as coisas se desenvolvessem. Não agiu para que certas condições surgissem, mas sabia que elas ocorreriam”.

O plano que se colocaria em ação no caso de se rebelar alguma das elevadas inteligências celestiais - este era o segredo, o mistério oculto desde as eras passadas. Um oferecimento foi preparado pelos eternos propósitos, para realizar o próprio trabalho que Deus empreendeu em favor da humanidade caída.”
“A entrada do pecado no Céu não pode ser explicada. Fosse isto possível, arranjar-se-ia alguma razão para o pecado. Mas não houve a menor escusa para ele, e sua origem permanecerá cercada de mistério.”
“Deus não criou o mal. Ele fez apenas o bem, à Sua própria semelhança. O mal, o pecado e a morte , são o resultado da desobediência, originada em Satanás.”
“O Rei do Universo convocou os exércitos celestiais perante Ele, para, em sua presença, apresentar a verdadeira posição de Seu Filho, e mostrar a relação que Este mantinha para com todos os seres criados. ... Perante os habitantes do Céu, reunidos, o Rei declarou que ninguém, a não ser Cristo, o Unigênito de Deus, poderia penetrar inteiramente em Seus propósitos, e a Ele foi confiado executar os poderosos conselhos de Sua vontade”.
“O grande Criador reuniu os seres celestiais para poder, na presença de todos os anjos, conferir honra especial a Seu Filho. Este estava sentado no trono com o Pai, com a multidão celestial de santos anjos reunida à volta. Então o Pai fez saber que Ele próprio ordenara que Cristo, Seu Filho, fosse igual a Ele, de modo que, onde o Filho estivesse, estaria a Sua própria presença. A palavra do Filho deveria ser obedecida tão prontamente quanto a do Pai”.

O Filho fora investido de autoridade para comandar o exército celestial. Deveria Ele agir especialmente em união com o Pai no projeto de criação da Terra .

Satanás estava com inveja e ciúmes de Jesus Cristo. Não obstante, quando todos os anjos se inclinaram diante dEle para reconhecer Sua supremacia, elevada autoridade e direito de governar, Satanás também se prostrou, ainda que seu coração estivesse cheio de inveja e ódio. Cristo formava parte do conselho especial de Deus para a consideração de Seus planos, ao passo que Satanás os desconhecia. Não conhecia, nem lhe era permitido conhecer os propósitos de Deus. Por outro lado, Cristo era reconhecido como Soberano do Céu com poder e autoridade iguais aos do próprio Deus.

Satanás acreditou que ele próprio era o favorito no Céu, entre os anjos. Havia sido grandemente exaltado, mas aspirava alcançar a altura do próprio Deus. Glorificava-se em sua própria altivez. Sabia que os anjos o honravam. Tinha uma missão especial a cumprir. Estivera próximo ao grande Criador, e os incessantes raios de luz gloriosa que rodeavam o Deus eterno haviam resplandecido especialmente sobre ele. Pensou em como os anjos haviam obedecido a seu comando com prazenteira espontaneidade. Não eram as suas vestiduras brilhantes e formosas? Por que, então, deveria Cristo ser honrado acima dele?”
“Os anjos alegremente reconheceram a supremacia de Cristo, e, prostrando-se diante d’Ele, extravasaram seu amor e adoração. Lúcifer curvou-se com eles; mas em seu coração havia um conflito estranho, violento. A verdade, a justiça e a lealdade estavam a lutar contra a inveja e o ciúme. A influência dos santos anjos pareceu por algum tempo levá-lo com eles. ... De novo, porém, achou-se repleto de orgulho por sua própria glória. Voltou-lhe o desejo de supremacia, e uma vez mais condescendeu com a inveja de Cristo.”
“Satanás ambicionava as mais elevadas honras que Deus concedera a Seu Filho. Tornou-se invejoso de Cristo e começou a semear entre os anjos que o honravam como querubim cobridor, o sentimento de que não recebera a honra que sua posição demandava que pertencia a ele.”
“Lúcifer lançou as sementes da dúvida na mente de muitos dos anjos”. “Mediante sutis insinuações de que Cristo usurpara o lugar que pertencia a ele, Lúcifer lançou as sementes da dúvida na mente de muitos dos anjos.”
“Satanás , iniciou a obra de rebelião entre os anjos que estavam sob seu comando, procurando difundir entre eles o espírito de descontentamento. Agiu de modo tão ardiloso que muitos dos anjos se comprometeram com ele antes que seus propósitos fossem plenamente conhecidos.” “Sua [de Lúcifer] obra de engano foi efetuada com tão grande sigilo que os anjos em posições menos elevadas supuseram que ele era o governante do Céu. Este Dia com Deus.”

“Lúcifer obteve a simpatia de alguns de seus companheiros ao sugerir pensamentos de crítica no tocante ao governo de Deus. A semente daninha foi espalhada de modo sedutor; e depois que ela brotou e desenvolveu raízes na mente de muitos, recolheu ele as idéias por ele mesmo implantadas na mente de outros, e as apresentou diante das mais elevadas ordens de anjos como sendo os pensamentos de outras mentes contra o governo de Deus.”

Satanás queixou-se dos supostos defeitos na administração das coisas celestiais, havendo procurado encher a mente dos anjos com sua insatisfação.

“O governo de Deus incluía não apenas os habitantes do Céu, como ainda todos os mundos criados. Satanás pensou que, se fosse capaz de arrastar consigo à rebelião as inteligências celestiais, também dominaria os outros mundos.”
“Lúcifer começou a insinuar dúvidas com respeito às leis que governavam os seres celestiais, dando a entender que, conquanto pudessem as leis ser necessárias para os habitantes dos mundos, não necessitavam de tais restrições os anjos, mais elevados por natureza, pois que sua sabedoria era um guia suficiente.”
“Lúcifer tentou abolir a lei de Deus. Pretendeu que as inteligências não caídas do santo Céu não necessitavam de lei, sendo antes capazes de governarem a si mesmas e de preservarem imaculada integridade.”

O UNIVERSO OBSERVA A CENAS DO GRANDE CONFLITO E A CONSIDERAÇÃO DO CÉU PELAS QUESTÕES DA TERRA :

Poupando a vida do primeiro homicida, (Caim) Deus apresentou diante de todo o Universo uma lição que dizia respeito ao grande conflito. Foi o Seu intuito não somente abater a rebelião, mas demonstrar a todo o Universo a natureza da mesma . Os santos habitantes de outros mundos estavam a observar com o mais profundo interesse os acontecimentos que se desenrolavam na Terra. ...

“Deus tem consigo a simpatia e aprovação do Universo inteiro, enquanto passo a passo Seu grande plano avança para o completo cumprimento.”

“O ato de Cristo ao morrer pela salvação do homem, não somente tornaria o Céu acessível à humanidade, mas perante todo o Universo justificaria a Deus e Seu Filho, em Seu trato com a rebelião de Satanás”.

“Todo o Universo está observando com inexprimível interesse as cenas finais da grande controvérsia entre o bem e o mal.” “ Nosso pequenino mundo é o livro de estudo do Universo.”
FONTES DE PESQUISAS
Review and Herald, 24 de setembro de 1901.
The Spirit of Prophecy, vol. 4, pág. 317.
The Sabbath School Worker, 1º de março de 1893.
Signs of the Times, 28 de abril de 1890.
História da Redenção, pág. 13
Signs of the Times, 18 de setembro de 1893.
Signs of the Times, 23 de julho de 1902.
O Desejado de Todas as Nações, pág. 435.
Patriarcas e Profetas, pág. 35.
O Desejado de Todas as Nações, pág. 758.
The Spirit of Prophecy, vol. 4, págs. 316 e 317.
Signs of the Times, 4 de agosto de 1887
Signs of the Times, 21 de dezembro de 1891.
Signs of the Times, 18 de setembro de 1893.
.Patriarcas e Profetas, pág. 35.
Signs of the Times, 25 de março de 1897.
Review and Herald, 9 de março de 1880
Review and Herald, 4 de agosto de 1910.
Patriarcas e Profetas, pág. 36.
The Spirit of Prophecy, vol. 1, págs. 17 e 18.
Patrtriarcas e Profetas, págs. 36 e 37.
Review and Herald, 24 de fevereiro de 1874
Educational Messenger, 11 de setembro de 1908
Review and Herald, 28 de janeiro de 1909
SDA Bible Commentary, vol. 4, pág. 1.143
Review and Herald, 9 de março de 1886
Patriarcas e Profetas, págs. 78 e 7.
Patriarcas e Profetas, pág. 69
Profetas e Reis, pág. 148. Pág. 31
O Desejado de Todas as Nações, pág. 19.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

CAMINHO DE EMAÚS




Lucas, 24 : 13 à 35
Ao entardecer do dia da ressurreição, dois dos discípulos se achavam no caminho de Emaús, pequena aldeia cerca de doze quilômetros de Jerusalém. ... Tinham ouvido as notícias da manhã com respeito à remoção do corpo de Jesus do sepulcro, bem como a narração das mulheres que viram os anjos e encontraram a Jesus. Voltavam agora para casa. ...
Não haviam andado muito quando se lhes juntou um Estranho, mas tão absorvidos se achavam em sua negra decepção que não O observaram muito. Continuaram em sua conversa, externando os pensamentos de seu coração. ... Enquanto falavam sobre os acontecimentos que se haviam desenrolado, Jesus anelava consolá-los. ... Começando com Moisés... Cristo expôs em todas as Escrituras as coisas que Lhe diziam respeito. ... Com provas tiradas da profecia, deu Cristo aos discípulos uma idéia correta do que Ele devia ser na humanidade. ...

O povo judeu recebeu Jesus, não como filho de Deus, vindo para salvar o mundo dos seus pecados, resgatar a raça humana caída, trazer de novo a comunicação do homem caído com DEUS.
Mesmo os seguidores de Cristo ainda não tinha compreendido as profecias Relacionadas com o messias “ Vr.18 e 19 E, respondendo um, cujo nome era Cléopas, disse-lhe: És tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias?
E ele lhes perguntou: Quais? E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno, que foi homem profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; “

Jesus então no caminho de EMAÚS, começou descrevendo para eles as profecias, referentes ao messias (Jesus), desde Moisés, passando por todos os profetas, principalmente ISAÍAS, 53 : 4 - 7 até chegar na cruz ,e os discípulos do caminho de Emaús, estavam entendendo. Só quando viram que aquele que lhes falava era o Cristo ressuscitado, compreenderam que ele era o mesmo de quem falou os profetas...

Os discípulos de caminho para Emaús, necessitaram ser desembaraçados de sua interpretação das Escrituras. Jesus caminhou com eles disfarçado, e como homem falou com eles. Começando por Moisés e os profetas, ensinou-lhes todas as coisas referentes a Ele próprio, que Sua vida, Sua missão, Seus sofrimentos e Sua morte estavam justo em harmonia com o que a Palavra de Deus predissera. Abriu-lhes o entendimento para que compreendessem as Escrituras. Quão pronto estendeu Ele sem rodeios as emaranhadas extremidades e mostrou a unidade e a divina verdade das Escrituras! Quantos homens em nossos tempos necessitam de que seu entendimento seja aberto!

Depois de Sua ressurreição Jesus apareceu a Seus discípulos no caminho para Emaús, e, "começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dEle se achava em todas as Escrituras". Luc. 24:27. Comoveu-se o coração dos discípulos. Avivou-se-lhes a fé. Foram "de novo gerados para uma viva esperança", mesmo antes que Jesus Se lhes revelasse. Era propósito de Cristo iluminar-lhes o entendimento, firmando-lhes a fé na "firme palavra da profecia". Desejava que no espírito deles a verdade criasse sólidas raízes, não meramente porque fosse apoiada por Seu testemunho pessoal, mas por causa da evidência inquestionável apresentada pelos símbolos e sombras da lei típica e pelas profecias do Antigo Testamento. Era necessário aos seguidores de Cristo ter fé inteligente, não só em favor de si próprios, mas para que pudessem levar o conhecimento de Cristo ao mundo. E, como primeiro passo no comunicar este conhecimento, Jesus encaminhou Seus discípulos para "Moisés e os profetas". Este foi o testemunho dado pelo Salvador ressuscitado quanto ao valor e importância das Escrituras do Antigo Testamento.Cristo em eu Santuário, pág.71

Morre o eu, e Cristo vive em seus servos. Na contemplação da verdade arde neles o coração, como o coração dos dois discípulos ao irem para Emaús, e Cristo andar com eles pelo caminho, abrindo-lhes as Escrituras concernentes a Si mesmo.
Quão poucos reconhecem que Jesus, invisível, está andando a seu lado! Quão envergonhados ficariam muitos se ouvissem Sua voz a lhes falar, e de saber que Ele ouviu toda a sua conversa insensata e comum! E quantos corações arderiam com santa alegria se tão-somente soubessem que o Salvador estava a seu lado, que a santa atmosfera de Sua presença os rodeava, e que se estavam alimentando do pão da vida! Quanto se agradaria o Salvador de ouvir Seus seguidores falarem de Suas preciosas e instrutivas lições, e de saber que eles tinham gosto pelas coisas santas! Quando a verdade habita no coração, não há lugar para a crítica dos servos de Deus, ou para achar defeitos na mensagem que Ele envia. O que está no coração fluirá dos lábios. Não pode ser reprimido. O tema da conversação será as coisas que Deus preparou para aqueles que O amam. O amor de Cristo está na alma como uma fonte de água que jorra para a vida eterna, enviando correntes vivas que levam vida e alegria para onde quer que jorrem.

Fontes de Pesquisas :
Cristo em Seu Santuário pág..71
Mensagens Escolhidas vol.1 pág.21
Verdade Sobre os Anjos, Pág. 217
Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos,pág. 88