terça-feira, 26 de junho de 2007

NOSSA CASA EM CANAÃ


Nós porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça”. II Pedro 3:9 e 13

Imaginemos a seguinte cena no céu:
Dois personagens imponentes caminham silenciosamente, ombro a ombro, pelas ruas douradas. Um deles imediatamente reconhecemos ser o Mestre. O outro, bom, deve ser o anjo Gabriel. Passeiam no Paraíso muito mais maravilhoso do que a mais bela descrição terrestre. De alguma forma, todo aquele esplendor, parece empanado pela falta de habitantes na cidade e pelo estranho silêncio entre os dois. É difícil compreender porque a cidade ainda continua assim deserta.
Os palácios que margeiam as ruas douradas, são de indescritível beleza, rodeados de jardins perfumados, caramanchões floridos e gramado de verde vivo. Todo filho de Deus pasmaria de alegria só de acariciar a idéia de um dia possuir uma destas moradas. Por fim, Gabriel quebra o silêncio.
Mestre, tudo que criaste é perfeito e maravilhoso. Estas moradas não são exceção. Elas são tão belas como só Tu as poderia fazer.
Elas seriam completamente lindas, se estivessem habitadas por Meus filhos.
Após uma pausa, Gabriel fala:
Mestre, quando planejas trazê-los para cá?
Não ainda, Gabriel. E com voz suave e triste repetiu: não ainda...
Não era Seu plano trazê-los para cá em breve?
Sim, disse o Mestre e sua tristeza se acentua.

Há uma pausa mais demorada, e então Gabriel diz:
Mestre, bem sabes que há uma escassez de moradas lá na terra. Muitos não tem lares e estão desabrigados. Aqueles que são proprietários de uma casa parecem satisfeitos e seguros com isto, e não pensam muito no lar do céu. Mas, Mestre, a mais linda mansão de lá é como uma choupana comparada com estas que preparaste
.
Eu sei, disse o Salvador. Gabriel, você vê aqueles grupos de pessoas espalhadas por toda a terra, aqueles que estão ajoelhados?
Sim, Mestre.
Aqueles são meus filhos fiéis, que me amam e estudam as Escrituras que lhes deixei. Também contam aos outros de minha breve volta. O Mestre pára, hesita e depois continua:
Mas, Gabriel, às vezes, quando eles observam que os sinais que precedem a minha volta à terra estão acontecendo, eu percebo, na maioria deles uma certa preocupação, como se estivessem... receosos dos acontecimentos finais de me ver, a Mim, que os amos tanto!...
O Mestre não consegue continuar falando sobre tudo que está em Seu coração, mas Gabriel, compreende, e desvia seu rosto, porque não tem o que dizer a Seu Senhor.
Após alguns instantes, o anjo Gabriel, volta-se, exprimindo em sua face grande amor e admiração e diz: Jesus!
“Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele á longânime para conosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. Nós porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça”. II Pedro 3:9 e 13.
A face do Salvador iluminou-se ao ser chamado pelo nome, que de maneira especial expressa Sua missão, ao mundo caído. Gabriel espera um instante e tomando as mão marcadas pelo sacrifício, repete o imaculado nome:
Jesus, Tu deste tudo por eles, é uma pena que ainda não estão prontos!
Ele não conseguem dizer mais nada, pois mesmo o principal anjo do céu, não encontra palavras adequadas para expressar tão infinito amor por você e por mim.
Forte emoção envolve os dois imponentes personagens. Estão grandemente desapontados além de toda descrição. Eles tem o coração quebrantado.
Lançando o olhar para os palácios vazios, Jesus pergunta:
Gabriel, não querem eles vir para o lar?...
Não há nada de imaginário acerca do desapontamento que parte o coração do Salvador. É muito mais real e intenso do que foi pintado neste relato.
Palácios vazios esperam por você e por mim. Porque? Porque estruturas terrestre que se desmancham com a enxurrada, prendem nossas afeições, enquanto, no céu, os Palácios eternos continuam vazios?
Meu amigo, você não quer ir para o lar?
Jesus está ansioso para vir nos buscar. Ele quer levar a cada um de nós. É tempo de pararmos de atrasar a Sua vinda...Vamos viajar para lá, a nossa casa na canaã celestial esta vazia e arrumada, esperando a nossa chegada !!!!!

Autor Sem referência

sábado, 23 de junho de 2007

LEMBRANÇAS



“Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas”.
Eclesiastes 1:11

Tenho ouvido muito uma frase que já tem até se tornado um adágio popular que diz: “Brasileiro tem memória curta”.Eu diria que o ser humano tem uma memória limitada. Não é que nossa memória não seja boa, mas é que a vida nos impõe condições probantes que não vale a pena lembrar. Ao falar das limitações humanas, Salomão fala que o que já passou nós não nos lembramos, e com certeza esqueceremos o hoje, e o amanhã. É bem verdade que há momentos de nossa vida que não esquecemos; mas foram momentos marcantes, como casamento, nascimento de um filho, um acidente, alguém que fez um mal muito ruim para nós, ou qualquer outra coisa que tenha marcado a nossa vida.

Mas para entender a linguagem do sábio, temos que nos lembrar, que ele vem discorrendo no capitulo um, de um circuito cotidiano de vida. Ele não está falando de momentos marcantes, mas do dia a dia repetitivo que temos, que lentamente vai criando um enfado. Como criaturas com uma herança eterna, está rotina diária da vida, jamais poderá nos contentar. Mesmo aqueles que perderam a capacidade de enxergar sua herança eterna, não se sentem felizes e realizados com o cotidiano. O esquecimento faz parte dessa insatisfação interior com o modelo de vida que temos, e o conceito de Salomão vai lá no interior da alma, mostrando que o esquecimento é parte da rejeição do homem com os valores finitos deste mundo.

O que precisamos entender, é que a nossa vida hoje, ainda tem muitas semelhanças com o nosso Deus, o criador. A Bíblia diz: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gên. 1:27. O pecado tem cada dia desfigurado esta imagem, bem como, a nossa relação com o nosso Pai celestial. Ao nos voltarmos para Deus, e buscá-lo intensamente, nós vamos descobrir que no interior da nossa alma, há muita coisa a ser explorada desta herança eterna que Deus colocou em cada um de nós. Vivemos na terra do pecado como estranhos. Satanás tem se esforçado para criar prazeres e satisfações que alimentem a vaidade do homem, afim de não explorarmos estas características eternas que Deus colocou dentro de nós. Como a vaidade e prazeres a necessidade do cotidiano, não preenchem a falta da amônia com o Criador. nós queremos realmente esquecer.

Precisamos cuidar para não perdermos a nossa identidade eterna. O mundo e seus prazeres estão nos fazendo esquecer de que nossa pátria não é essa. Somos peregrinos neste mundo. Estamos no laboratório da Redenção de Deus. O universo inteiro está nos assistindo. Muitos anjos e seres santos dariam tudo para está em nosso lugar, para levantar bem alto a bandeira do Príncipe Emanuel, e revelar o Seu amor. Mas para essa hora Deus escolheu você. Para este momento você está aqui. Não se esqueça de que você veio do Éden; que a sua origem é celestial; que você foi criado a imagem e semelhança de Deus. Fique certo que as coisas desta vida nunca vão preencher você. Não perca seu tempo correndo atrás de dinheiro, poder, prestigio, ou glória pessoal. Busque ao Senhor enquanto se pode achar, e descubra neste dia de hoje, que você é um cidadão do Reino Eterno. Que Deus lhe dê está lembrada, agora e para sempre.

Dilson Bezerra
Dallas Brazilian SDA Church

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Você é cidadão do Reino Celestial

“Disse ainda comigo: é por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, e eles vejam que são em si mesmos como os animais”. Eclesiastes 3:18.

Embora o homem tenha sido criado como a obra-prima do reino animal, tendo domínio sobre todos eles, Salomão faz um lembrete de que nós pertencemos ao reino animal. Não podemos esquecer o contexto em que o sábio vem fazendo a sua dissertação. Ele vem falando da maldade que permeava a vida humana, e a soberba do homem de viver a vida guiada pela sua vontade. A expressão “por causa dos filhos dos homens” revela a preocupação do sábio e de Deus com a raça caída. O conflito dos séculos tem sido acirrado através da história, e Deus tem demonstrado todo o Seu amor por nós, para nos resgatar das mãos de Satanás. Pode não parecer, mas Deus sofre de ver o homem desprezando o caminho da salvação e buscando os seus próprios interesses. Satanás tem causado muito estrago em nossa vida. Seus enganos sutis têm levado o povo de Deus a condescender com o pecado, e isso tem nos afastado da comunhão com Deus.

A disciplina da provação parece dura para nós cristãos. Muitas vezes pensamos que cristianismo é sinônimo de prosperidade, mas Jesus disse, “no mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” João 16:33. Nosso galardão nunca será nesta terra, e aqueles que vivem a vida Cristã esperando recompensas e glória terrenas, terminam por se decepcionar. Quando esperamos galardão daqui, facilmente começamos a viver a justiça pelas obras, e nossa religião se torna um fardo. Temos que lembrar que Deus é amor também ao corrigir e disciplinar Seus filhos, por isso somos testados e provados. O patriarca Jó, um dos homens mais provados nas Escrituras, assim se expressou: “Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina; não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso”. Jó 5:17. Um pai que ama o filho, disciplina; e o filho que ama o pai aceita a disciplina também. Aceitar a disciplina não significa gostar, mais significa se submeter. Há muita gente sofrendo dentro da igreja porque não quer se submeter a Deus.

O sábio na frase seguinte chama a atenção para nós mesmos. O pecado parece que cegou a nossa visão e nós não conseguimos fazer uma avaliação de nós mesmos. Há esperança para o ser humano, quando ele reconhece a sua condição pecaminosa, e busca ajuda em Jesus Cristo. O maior perigo que o cristão corre é perder a comunhão com Deus, pois pode dessa forma, deixar de avaliar a sua própria vida espiritual. Uma das capacidades que nos fazia superior aos animais no Éden, era a de nos relacionar com Deus. O homem dominava essas criaturas. Mas o ser humano perdeu este relacionamento puro com o Pai, e aí o sábio menciona que os animais, diferente de nós, agem pelo impulso, e, como cristãos, temos que agir pelo poder de Deus.

A falta de um relacionamento com o divino nos torna vulneráveis ao caminho da maldade. Às vezes não somos maus, mas somos indiferentes ao nosso semelhante, e à Palavra de Deus. Nossa sensibilidade espiritual vai diminuindo à medida que diminuímos o nosso relacionamento diário com Deus. Aproveite este dia para fazer uma reflexão profunda com Deus. Pense um pouco a respeito de você mesmo, da sua fé, da sua vida espiritual, do seu testemunho como cristão. Ao avaliar sua relação com o Pai, confesse a Ele sua negligência, e faça um novo começo. A vida eterna começa aqui, e se completa na segunda vinda de Jesus. Você é cidadão do Reino Celestial! Prepare a bagagem “seu caráter” para esta viagem, Jesus está voltando! E agente vai viver lá!

domingo, 17 de junho de 2007

TODOS OS RIBEIROS VÃO PARA O MAR


“Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí tornam eles a ir.” Eclesiastes 1:7

É curioso como o sábio Salomão usa elementos conhecidos e simples da natureza, para chegar a profundidade da verdade. O primeiro passo para entender o texto acima, é lembrar que o contexto da escrita é a vaidade. A figura de linguagem que o sábio usa é simples; afinal todos nos sabemos que os ribeiros e rios sempre terminam despejando suas águas no mar. E sabemos também que o mar não se enche. Ao falar dos ribeiros, Salomão compara ele as avenidas da alma, que enche o nosso coração de vaidade. Ao mesmo tempo ele completa sua analogia dizendo que embora os caminhos que alimentam a nossa vaidade sejam muitos, ela nunca estará satisfeita.


O mundo moderno está cheio de atividades que promove o egocentrismo e a individualidade do ser humano. O vestuário, o palavriado, o estilo de vida, tudo isso reflete o anseio do ser humano de ocupar um espaço de vantagem sobre o outro. No fundo, no fundo, o autor está dizendo que a vaidade humana nunca será satisfeita, é como o mar, nunca se enche. A insatisfação do coração humano consigo mesmo, desperta a alma para uma procura incansavel de coisas que superem o vazio do coração, e nos transforma em um caçador de coisas que alimentem a nossa vaidade. A busca na ânsia de preencher este vazio, tem levado pessoas a viver uma vida miseravel, e alguns até o suicidio.

A segunda parte do texto parece ser um pouco mais complicada de entender, mas veja como a Bíblia na Linguagem de Hoje traduz esta segunda parte: “A água volta para onde nascem os rios, e tudo começa outra vez.” Essa é uma definição precisa daqueles que passam a vida buscando a vaidade. Salomão questiona se realmente vale a pena viver a vida desta maneira, pois voce caminha, caminha, e no fim voce termina no mesmo lugar. Nós vivemos esta vida para construir um caráter. Um caráter para eternidade. Disso depende o nosso futuro, a vida ou a morte. A vanglória ou a futilidade da vida, é como a água destes ribeiros que cai no mar, depois evapora para as nuvens, e cai em forma de chuva nos ribeiros novamente.

A vaidade é assim, quanto mais alimentamos ela, mas nos tornamos dependentes. Nossa escolha de glórificar a Deus em nossa vida, vai fundamentar o caráter para viver a vida eterna. E esta vida futura, será incomparavel com as vanglórias e vaidades, que este mundo pode oferecer. Que neste Sábado voce possa erguer os seus olhos para o alto; para aquele que tem poder para fazer do teu nome, um nome de glória. Uma glória que será eterna, e que vai refletir Jesus para sempre. Amém!
Pensamento para meditação....

sexta-feira, 15 de junho de 2007

SINAL DA BESTA


João contempla um povo diferente e separado do mundo, que se recusa a adorar a besta ou a sua imagem, que tem sobre si o sinal de Deus, que santifica o Seu sábado - o sétimo dia que deve ser santificado como um memorial do Deus vivo, Criador do Céu e da Terra. Deles escreve o apóstolo: "Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apoc. 14:12.

Quando, porém, a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira ao papado mais do que a Deus. Prestará homenagem a Roma, e ao poder que impõe a instituição que Roma ordenou. Adorará a besta e a sua imagem. Ao rejeitarem os homens a instituição que Deus declarou ser o sinal de Sua autoridade, e honrarem em seu lugar a que Roma escolheu como sinal de sua supremacia, aceitarão, de fato, o sinal de fidelidade para com Roma "o sinal da besta". E somente depois que esta situação esteja assim plenamente exposta perante o povo, e este seja levado a optar entre os mandamentos de Deus e os dos homens é que, então, aqueles que continuam a transgredir hão de receber "o sinal da besta".

O Futuro Recebimento do Sinal da Besta !!!!
A mudança do sábado é um sinal ou marca da autoridade da Igreja Romana. Os que, compreendendo os reclamos do quarto mandamento, preferem observar o falso dia de repouso em lugar do verdadeiro, estão com isso prestando homenagem à única autoridade que o ordena. O sinal da besta é o dia de repouso Papal, aceito pelo mundo em substituição ao dia designado por Deus

Ninguém recebeu até agora o sinal da besta. Ainda não chegou o tempo de prova. Há cristãos verdadeiros em todas as igrejas, inclusive na comunidade católico-romana. Ninguém é condenado sem que haja recebido iluminação nem se compenetrado da obrigatoriedade do quarto mandamento. Mas quando for expedido o decreto que impõe o falso sábado , e o alto clamor do terceiro anjo advertir os homens contra a adoração da besta e de sua imagem, será traçada com clareza a linha divisória entre o falso e o verdadeiro Então os que ainda persistirem na transgressão receberão o sinal da besta. O

sinal da besta é o dia de repouso papal !!
Quando vier a prova, será mostrado claramente o que é a marca da besta. Ela é a observância do domingo.

O sinal, ou selo, de Deus é revelado na observância do sábado do sétimo dia - o memorial divino da criação. ... A marca da besta é o oposto disso - a observância do primeiro dia da semana.

Quando é Recebido o Sinal da Besta?
A observância do domingo não é ainda o sinal da besta, e não o será até que saia o decreto compelindo os homens a venerarem esse falso sábado. Chegará o tempo em que esse dia será a prova, mas esse tempo ainda não veio.

Quando ocorre isso? Ao obedecerdes ao decreto que vos ordena deixar de trabalhar no domingo e adorar a Deus, conquanto saibais que não existe na Bíblia uma única palavra que mostre, não passar o domingo de um dia comum de trabalho, consentis em receber o sinal da besta, e rejeitais o selo de Deus.

Deus concedeu aos homens o sábado como sinal entre Ele e eles, como uma prova da fidelidade deles. Os que, na grande crise que está perante nós, depois de receberem iluminação no tocante à lei de Deus, prosseguem desobedecendo e exaltando as leis humanas acima da de Deus, receberão o sinal da besta.

Abster-se de trabalhar no domingo não é receber o sinal da besta. ... Nos lugares em que a oposição é tão forte que suscite perseguição, se for efetuado algum trabalho no domingo, que nossos irmãos façam desse dia uma ocasião para realizar genuíno trabalho missionário.

Não devemos achar que temos a obrigação de irritar nossos vizinhos que veneram o domingo, fazendo decididos esforços para expor intencionalmente diante deles o trabalho realizado nesse dia, a fim de demonstrar independência. Nossas irmãs não precisam escolher o domingo como o dia para mostrarem a lavagem de roupa

Ninguém receberá o sinal da besta pelo fato de mostrar que compreende a sabedoria de manter a paz mediante a abstenção de trabalho que constitua delito.

Só poderá haver duas classes. Cada participante é assinalado distintamente, ou com o selo do Deus vivo, ou com o sinal da besta ou de sua imagem.

No grande conflito entre a fé e a descrença todo o mundo cristão estará envolvido. Todos tomarão partido. Aparentemente, alguns talvez não se engajem de um lado ou outro do conflito. Talvez não pareçam tomar partido contra a verdade, mas não se porão audazmente em campo a favor de Cristo, com receio de perder propriedades ou sofrer opróbrio. Todos esses são incluídos entre os inimigos de Cristo..

Ao nos aproximarmos do fim do tempo, a distinção entre os filhos da luz e os filhos das trevas será cada vez mais clara. Eles estarão cada vez mais em desacordo.

"A todos, os pequenos e os grandes, ... faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita, ou sobre a fronte." Apoc. 13:16. Os homens não só não deverão trabalhar com as mãos no domingo, mas reconhecer com a mente que o domingo é o sábado


FONTES DE PESQUISAS
O Grande Conflito, pág. . 449.
Carta 98, 1900.
EVANGELISMO PÁG. 234 e 235
Evangelismo, pág. 234.
The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pág. 980.
Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 232.
The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pág. 977.
Eventos Finais Pág. 225
Review and Herald, 13 de julho de 1897
Carta 98, 1900. Evangelismo pág. 235
The Southern Work, págs. 69 e 70.
Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 399.
Eventos Finais pág. 139 e 140
Review and Herald, 30 de janeiro de 1900
Eventos Finais Pág. 215
Review and Herald, 7 de fevereiro de 1893
. Special Testimony to Battle Creek Church, págs. 6 e 7.
Eventos Finais pág. 224

quinta-feira, 14 de junho de 2007

quarta-feira, 13 de junho de 2007

USO DE CALÇA NA IGREJA



A questão da calça, de homem e a calça de mulher, existe uma diferença muito grande. Há mulheres que vestem calça de homem isto esta fora das normas e é condenado pela Bíblia, conforme Det.22:5... Porem se esta mulher usar alguma coisa bem composta, não vejo problema....quando as irmãs vão a igreja, elas escolhem o seu melhor vestido, não vai usar uma roupa extravagante, muito curto ou transparente, com decotes exagerados. Também poderá haver um cuidado para se usar outra vestimenta na Igreja, como a calça. Porque não usar uma pantalona. Uma calça bastante composta para se manter a reverencia sem escandalizar algumas pessoas...não deve ser tolerado a calça jeans ou modelos extravagantes....há mulheres na Igreja que usam roupas muito extravagante, mas como é modelo de vestido, é tolerado, porque? isto depende também da cultura do lugar...esta é uma opinião própria, de um leigo, não se trata de estar criando normas....Esta decisão fica por conta das autoridades eclesiasticas (lideranças) da Igreja...Ellen G. White, declara no livro Mensagens Escolhidas, vl.3 pág 254, não ter recebido nenhuma orientação definida sobre vestuário ....

As roupas de nosso povo devem ser confeccionadas de maneira bem simples. A saia e a bata que mencionei podem ser usadas - não que deva ser estabelecido exatamente esse modelo, e nada mais, mas um estilo simples como o que foi representado nesse traje. Alguns têm suposto que o próprio modelo dado era o modelo que todas deviam usar. Não é assim!. Mas algo tão simples como isso seria o melhor que poderíamos adotar nas circunstâncias atuais. Não me foi dado nenhum estilo definido como regra exata para orientar a todos em seu vestuário.
Mensagens Escolhidas, pág. 254