domingo, 28 de dezembro de 2008

FORMA HUMANA DE JESUS

“Se alguém pecar, temos Jesus Cristo, que faz o que é correto; ele nos defende diante do Pai.” I João, 2:1
"Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito." João 3:16. Ele O deu, não somente para que vivesse entre os homens, tomasse sobre Si os seus pecados, e morresse em sacrifício por eles; deu-O à raça caída. Cristo devia identificar-Se com os interesses e necessidades da humanidade. Ele, que era um com Deus, ligou-Se aos filhos dos homens por laços que nunca se romperão. Jesus "não Se envergonha de lhes chamar irmãos". Heb. 2:11. Ele é nosso sacrifício, nosso Advogado, nosso Irmão, apresentando nossa forma humana perante o trono do Pai, achando-Se, através dos séculos eternos, unido à raça que Ele - o Filho do homem - redimiu. E tudo isto para que o homem pudesse ser erguido da ruína e degradação do pecado, a fim de que refletisse o amor de Deus e participasse da alegria da santidade. (Caminho a Cristo, P 15)

Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem,” I Timóteo, 2 : 5
Jesus levou para o Céu nossa natureza humana glorificada, abrindo assim os portais do Céu para a raça humana. Sua ressurreição e ascensão significam, primeiro, que Ele completou a obra que viera fazer na Terra, Jo 17:4, 5; 19:30. Segundo, por Sua ressurreição e ascensão, Cristo uniu permanentemente a Deus aqueles que exercerem fé em Sua morte sacrifical. Nenhum poder do Universo pode separá-los de Deus. Visto que Cristo removeu a barreira do pecado, o amor de Deus fluirá constante e eternamente para Seu povo. Terceiro, a ascensão de Cristo testemunha também que Sua vitória na cruz sobre os poderes do mal foi final. Depois da ascensão, Ele foi empossado como co-regente com Deus, assentando-Se à Sua direita, e “a Ele estão sujeitos anjos, autoridades e poderes” 1Pe 3:22, NVI; veja também, Hb 10:12, 13. Ele permanecerá com o Pai até que Seus inimigos Lhe sejam sujeitos. Então, Ele retornará para salvar aqueles que estão esperando por Ele, Hb 9:28, consumando assim Sua obra de salvação, Fp 2:10, 11; Ap 17:14.

“Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da Majestade,”Hebreus, 8 : 1
Cristo começou Sua obra intercessora logo depois da entronização, e esse evento teve um impacto direto sobre a igreja. Como resultado dessa obra de intercessão, “os filhos de Cristo, que lutam e se afadigam na Terra, são ‘agradáveis... no Amado’ Ef 1:6. Perante os anjos celestiais e os representantes dos mundos não caídos, são declarados justificados” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 834). Essa justificação objetiva dos seguidores de Cristo no Céu foi acompanhada imediatamente pelo derramamento do Espírito. Jesus prometeu aos discípulos pedir ao Pai outro Consolador, Jo 14:16, 17, e no Pentecostes Pedro interpretou o derramamento do Espírito Santo como indicação de que Cristo começara Sua obra intercessora em favor daqueles que nEle crerem, At 2:33.